14.3.11

robô

já nem sei.
Irrita-me a tua apatia a acções ampliadas. não falas, finges-te robô. eu sei que não és nenhum robô ó palhaço. os robots não pegam fogo a corações. tu queimas, feres e magoas. robô o caraças. tu és gajo, dos piores que por aí andam. sabes qual é a tua sorte? é teres-me cativada nesses olhos azuis (sim, são azuis ó atrasado) e nessa cara de menino cheio de sonhos. com pessoas tão feias por aí, tinhas tu de me sair assim - até nisso foste cabrão. Depois de teres sido um filho da mãe e eu ter sido estúpida o suficiente para te desculpar comecei a duvidar da veracidade das tuas palavras. fiquei atenta, a tentar perceber-te o jogo. mas tu continuaste comigo. pensei que era uma nova táctica. mas semanas depois, continuavas comigo. e eu comecei a achar que se calhar se tinham acabado as jogadas, e que se calhar até gostavas mesmo de mim. perdoa-me a ingenuidade.

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